sábado, 28 de janeiro de 2012

Estou FUGINDO Estou de MUDANÇA!!!!

Gente estou de mudança, estou saindo da casa da minha mãe.....
Motivo : Simplesmente 2 motivos ...Sendo que esses 2 motivos não posso e nem devo comentar aqui no BLOG ........ Peguei o que era meu ..alguns móveis alguns eletrodoméstico, logico meu COMPUTADOR rsrsrs  . E meu filho ...meu tudo .... tudo que eu tenho de mas valioso nessa vida!!!

Motivo mas importante a me fazer isso é meu filho ....So eu sei o que vou passar e o que ele pode passar vivendo aqui .... Então a melhor coisa ou até a mas fácil ou a menos radical é eu ir embora com ele ...

Motivo que vai me chatear é as pessoas ....daqui .....que são muito maldosa ..... pegar meu filho na beira da esquina e dizer.... - EI VINICIUS TU CONHECE O TEU PAI ? ELE MORA BEM ALI,TU JA FOI VÊ-LO  .....
Vou ficar HIPER MEGA SUPER XATIADA ...a se vou ....   Então vou embora, mas logico não é so por isso tem outras coisas ....mas que so vai ser resolvida se eu me afastar ...vou me afastar de corpo mas so eu sei como minha cabeça vai esta .....

Já estou encaixotando algumas coisas..... e outras ja estou levando aos poucos ...é muito difícil ir embora depois de quase 21 anos vivendo na mesma casa...sei la é estranho ....


Em breve estarei postando coisas novas ...da casa nova ......da vizinhança ...... da comodidade ....... do costume ...... do VINI como vai ser a reação dele ..... vai ser tudo novo .... espero conseguir deixar o passado pra trás as lembranças o amor a saudade as brigas ......tudo ......

me desejem SORTE !

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A grande descoberta da minha vida!

Quando a gente se torna mãe, algo inexplicável acontece.  Automaticamente nossos sentidos ficam mais aguçados.  Passamos a ouvir qualquer barulhinho, sentimos cheiros diferentes a quilômetros de distância, nosso paladar se adapta a saborear um prato de comida em instantes, muitas vezes sem nem mesmo mastigar direito, nosso tato fica super sensível, pois, conseguimos  fazer proezas com as mãos sem acordar um bebê, mas, principalmente nossos sentimentos ficam à flor da pele.
Com a maternidade eu fiz grandes e reveladoras descobertas, talvez, a maior descoberta da minha vida...  
Quando eu fui mãe , eu tinha 22 anos, ganhei um menino lindo, que me enche de orgulho de tão esperto e inteligente que ele é.  Ao segurá-lo pela primeira vez em meus braços tive a nítida sensação de que o amor havia se materializado em minhas mãos. Meu Deus, foi um turbilhão de sentimentos, alegria, euforia, medo, pensamentos que iam e vinham em minha mente, mas, essa sensação ficou marcada de maneira muito forte em meu coração.
Mas, como assim? Eu sempre ouvi dizer que o amor é um sentimento invisível, que as pessoas não conseguem ver, elas simplesmente sentem... será?

A partir desse dia, passei a discordar totalmente de todas as pessoas que me dizem que o amor existe, mas é algo invisível e, sabem por quê? Porque  eu enxergo, toco, cheiro o amor todos os dias quando acordo, ai que delícia, abraçar meu filho logo pela manhã!!!! 
Amo!!!!

rsrrssr MANIACO DAS PRIMAS ! RI MUITO HÔ !!!!




CATARINA PRIMA DO VINI ..ALIAS ELA É MINHA PRIMA ....FILHA DA MINHA TIA MAS VELHA! 




GENTE ! RSSRS POSSO COM ISSO , ELE FOI TENTAR TIRAR AS MOEDAS DO MEU BOLSO ENQUANTO FALAVA AO CELULAR ....METEU A MÃO NA MINHA BUZANFA !!!

Ownn... que gracinha???


Dois tipos de pais que eu não consigo entender:

Os omissos , aqueles que vêem os filhos fazendo coisas erradas e não ligam. 
Na verdade esse tipo eu até fico tentando entender... pode ser cansaço, ou por achar correto (cada um faz o que acha melhor), ou simplesmente por não saber o que fazer. Nem vou comentar muito sobre isso, mas o que eu penso é que nós pais somos os responsáveis por ensinar nossos filhos a discernirem o que é bom do que é ruim e se formos omissos nisso a coisa complica. Como pais precisamos ensinar valores a eles, estabelecer regras de acordo com o que considerarmos convenientes.



Os que vêem os filhos fazendo coisas erradas e acham engraçado.
Ontem fui levar meu filho a uma consulta e saindo do consultório, havia uma criança dando birra, normal até aí, os pais que ainda não passaram por essa fase, certamente ainda passarão. Mas acontece que o menino cuspiu na nossa direção, ainda bem que eu tive a agilidade de desviar bem a tempo... ufa!
E a mãe do menino? Morreu de rir da "gracinha" que o filho fez. 
Fiz uma cara feia, não para o menino mas para ela.
Fala sério, se fosse o meu filho, minha atitude teria sido outra bem diferente.
Eu nunca achei graça em criança mal educada, hoje então como mãe...
Dou muita liberdade ao meu filho e estou sempre tentando entender seus comportamentos, mas quando o assunto é educação e respeito ao próximo, sou chata mesmo. Quem me conhece ou acompanha meus posts sabe disso.
Como fica a cabecinha de uma criança dessa? Qual a mensagem que ela assimila? Ou fica confusa, ou vai achar que os pais gostaram de ver aquilo e vai querer fazer sempre para ver os pais sorrindo novamente e “felizes”.
A bíblia diz que os filhos são como flechas* na mão do arqueiro. Precisamos educar sabendo que temos nas mãos o poder de direcionar o futuro dos nossos filhos.

Vamos pensar um pouquinho, porque será que muitos adultos hoje não tem o mínimo respeito ao próximo? Não respeitam os assentos preferenciais, não respeitam as vagas preferenciais nos estacionamentos, jogam lixo na rua...
Coisas que eu aprendi na infância ainda hoje ecoam na minha mente, e mesmo adulta não consigo fazer diferente:
- filha não joga o papel da balinha no chão, guarda no bolso para jogar na lixeira...
Fico pensando e torcendo para que a geração do meu filho seja melhor do que essa no quesito respeito ao próximo, só me resta continuar fazendo a minha parte, educando da melhor maneira possível.

*Como flechas na mão do arqueiro, assim os filhos da mocidade. Samo 127:4

domingo, 22 de janeiro de 2012

O amor que for


A gente passa a vida com medo. Medo de morrer, de ficar tempo demais no emprego errado, de não ter o colo dos amigos quando a gente mais precisa, de não fazer as viagens dos sonhos, de não conseguir comprar a casa própria, de não encontrar alguém para casar e ter filhos.

De todos os medos, o que mais me aflige é o de não conseguir amar. Porque vamos combinar: depois de um, dois, três corações partidos, fica fácil pensar que nada vai dar certo, que as relações viram DRs intermináveis que culminam em mágoas quase eternas.

Nos livros, nos filmes, nas músicas que a gente passa o tempo todo lendo, vendo e ouvindo, todo mundo sofre por amor. E a gente acha lindo, se identifica, quer viver aquela avalanche de paixão, de tesão, de loucura.

Quando chega a vida real, ah aí, não: todo mundo quer o conto de fadas. Quer encontrar no outro a imagem da perfeição, alguém sem um passado que diga muito, alguém que mal tenha um presente ( só se for com você) e cujo futuro esteja inevitavelmente atrelado ao seu e comece a ser planejado imediatamente.

Não, gente, menos! É preciso entender que a gente é a soma de tudo o que viveu, principalmente de tudo o que viveu com outras pessoas. São as histórias de amor que deixam a gente do jeito que é: às vezes mais madura, às vezes mais medrosa, às vezes mais otimista para buscar de novo, mas sempre diferente e mais experiente.

O que a gente é hoje é o que importa. A gente faz o que pode _e, na maioria das vezes, é de todo o coração.

Para esse começo ano, eu e 90% da população já começamos a fazer um balanço do que se passou e o que estar por vim . E cada vez mais acredito que os pedidos-clichês são os que a gente realmente necessita: paz, saúde e amor. Tudo para aguentar os furacões. Afinal, por mais que o medo insista em se instalar, ainda vale mais uma paixão louca do que um coração congelado.

Apenas um conto

Há cartas que são escritas e não são enviadas. São escritas no clamor da raiva, do ódio, da falta de esperança. São escritas por punho forte e largadas de lado. São escritas no auge de uma dor, de uma paixão ingrata, na saudade do ente querido.
Largadas dentro de um livro, esquecidas dentro de uma caixa, jogadas em um canto de uma gaveta. Mas não são enviadas.
Há cartas que são encontradas folheando um livro, rasgando velhos papéis, abrindo e limpando gavetas...Há cartas que são redescobertas anos depois, dentro de envelopes amarelados pelo tempo, guardando as emoções que ficaram escondidas, dilaceradas; cartas seladas, endereçadas, mas que nunca chegaram em seu destino.
Há cartas que nunca foram enviadas e ficaram ali para sempre: misturadas com coisas sem importância. E ali ficarão. Fingindo ter sido esquecidas, guardando sentimentos nunca revelados. Há cartas que nunca serão enviadas...